19.07.11
Hoje não amanheceu chovendo (ebaa \o/). Fui deixar a Amanda no curso dela e de lá comecei a minha saga sozinha pelas ruas do Centro atrás do Banco do Brasil. Juro que quando vi aquela símbolo amarelo e azul o coraçãozinho bateu mais forte. Me senti em casa ali dentro.
De lá, voltei para casa e para o meu desespero, me perdi em plena Avenida Corrientes. Ainda bem que a Amanda tinha deixado o Guia de Buenos Aires dela comigo, se não eu tava na rua até agora. Mesmo assim, ainda dei mil voltas até conseguir achar o apartamento.
Por volta de meio-dia vinheram ajeitar a caixa de água quente (sim, embora a Amanda ache inconveniente o homem vir na hora do almoço, aqui é super normal as pessoas trabalharem nesse horário e só almoçarem mais tarde).
Ai a gente almoçou na Galerias Pacífico, uma comidinha chinesa e fomos até a Casa Rosada. No caminho, a gente se deparou com um monte de gente desesperado na porta de um estacionamento em plena Avenida Corrientes. A Amanda disse que era algum dos Rebeldes mexicanos, mas eu aposto nos Teen Angels. Quem são eles e o que fazem, eu não sei, mas tem um monte de cartaz deles espalhados pela cidade. No final das contas não ficamos para ver quem era. Mas quem quer que fosse devia ser importante, porque tava cheio de policiais pelas ruas, quase a Tropa de Elite do filme.
A Casa Rosada é muito linda e por lá encontramos muitos brasileiros. Tanto que dava até pra assustar. Na verdade, pra onde você olha existem brasileiros em Buenos Aires, uma coisa muito louca.
Na volta pro apartamento, notei umas filas gigantescas nas ruas e depois de alguns quarteirões descobri que essas filas são para pegar o ônibus. Gente educada é outra coisa. Se fosse em Fortaleza, estavam todos correndo e empurrando uns aos outros para conseguirem uma cadeira (Felipe Almeida sabe do que eu tô falando hein?! Porque ele é filho de juiz – kkk’).
Outro detalhe característico dos argentinos, é que ninguém pede para segurar as suas coisas dentro dos ônibus – isso foi o professor da Amanda quem disse, porque eu ainda não andei de ônibus por aqui. Engraçado que ele falou que quando foi pro Brasil e viu as pessoas segurando as coisas umas das outras no ônibus, achou a coisa mais anormal do mundo. Vai entender... Acho que pelo menos nesse ponto somos mais evoluídos né?!
À noite foi só em casa mesmo, com a Amanda, mais uma vez tentando fazer a tarea de casa dela ao lado do Señas - já que na aula o professor dela brigou porque ela não tinha feito tudo no dia anterior.
Ah! Antes de dormir inaugurei o chuveiro do nosso apartamento (depois de três dias tomando banho com água mineral) e foi uma novela conseguir equilibrar a água quente com a gelada. Ou eu me queimava ou congelava. Foi tenso!
Crissie, tu é uma graça! E a Amandinha ficou mal acostumada com a Cultura, né? Indo sem a tarefinha... hahaha
ResponderExcluirbesos, chicas
oh amandinha faz a tarefaaa.. So ela encontrando uma elisandra na argentina.. Haha
ResponderExcluiruhauahuaha. eu DUVIDO que tu nao tenha ficado pra ver se eram os rbd's mesmo viu.. aposto que tu ficou pulando e batendo palminha! uahuahuahaua ;D
ResponderExcluirquanto aos onibus, ja ouvi muita gente dizer que isso é cultura de cearense.. que nem em outros estados daqui acontece isso!
a Amanda não deixou, Adriana!
ResponderExcluirbem que eu queria ver mesmo.
em breve vcs vão ver os Teen Angels por aqui de novo
hehehehehe