sábado, 26 de novembro de 2011

Mais tarde tem balada

04.11.11


Sexta-feira enfim chegou e a a gente tava a fim de sair pra badalar. Mas antes disso teve a hora da verdade na aula de história. Tirei um sete na prova do prático e um 4+ no teórico. Só não sei se o + é bom ou ruim.

Depois da aula voltamos pra casa e almoço. AI o Lucas, nosso amigo brasileiro, me chamou pra tomar mate. O dia tava horrível mesmo, então eu fui pra lá e a gente passou a tarde conversando. É bom sentar e fazer nada de vez em quando.

Y por la noche a gente resolveu ir pra Shapó, onde ia ter a festa da Odontologia da UNLP. Fomos só eu, Amanda e Pedro, mas foi bom. E eu não desci do salto nenhum vez ;P

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Jueves

03.11.11


Quer coisa mais inútil do que a quinta-feira?! Ela já podia dar espaço pra sexta né?! Nem lembro direito o que fiz nessa quinta, só sei que não foi nada de importante, porque se fosse importante, eu lembraria.

Acho que fiquei o dia em casa, ainda tentando me recuperar do Uruguai. Quatro dias sem dormir foi pesado.

Ah! No final da tarde o Pedro veio pra cá e a gente assistiu “A Rede Social”. Filminho nuito bom. A cara do prof Riverson Rios.

E a noite rolou o asado na casa do Pedro. Tô começando a gostar dessa história de comer churrasco de noite com pão. Acho que vou aderir à essa moda quando voltar pro Brasil. E olha que é bom mesmo viu?!

Ah! E pela primeira vez consegui sair de short na rua sem morrer de frio. Olha o calorzinho platense começando a aparecer.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Existe ressaca de viagem, existe?!

02.11.11


Primeiro dia pós Uruguai e parecia que tinha passado um furacão por cima de mim. Eu tava tão cansada que não aguentava levantar. Resultado é que não fui pra aula da manhã e à tarde também não tinha aula.

Me levantei morrendo de preguiça e arrumei as minhas coisas. Pelo menos algo de útil. Eu estava com um milhão de roupas sujas e nada da nossa máquina de lavar, ainda. Então o jeito é sofrer no tanque.

À tarde Amandinha foi fazer prova e o prof simplesmente não apareceu. É pra ficar com muita raiva de uma coisa dessas, nem na Argentina as coisas conseguem ser diferentes.

E a noite a gente aguentou e dormiu logo também. Ressaca pós viagem é assim.

Minhas impressões sobre o Uruguai

Passei apenas quatro dias nesse país, mas consegui perceber muita coisa. Primeiro: Uruguai é um país extremamente caro.  O custo de vida é simplesmente muito caro. Pagar doze reais por duas empanadas e uma garrafa de coca cola não é legal.

Apesar de ser um país pequeno, espremido entre duas potências como Brasil e Argentina, o Uruguai conseguiu se destacar e conquistar o seu espaço. Eles merecem o meu respeito.

Conheci apenas três cidades, as três mais faladas e que todos querem visitar, mas por elas posso falar que o país é lindo e acolhedor. Gostaria de verdade de voltar ali outras vezes, só que dessa vez com mais tempo para visitar e curtir o clima.

Com o pouco tempo que fiquei ali, não pude conhecer quase nenhum uruguaio, mas os que conheci foram maravilhosos comigo e me fizeram gostar muito desse país. Eu me orgulho de ter como um dos nossos vizinhos o Uruguai, esse país tão pequeno, mas tão rio em cultura.

A minha dica é: conheçam o Uruguai, não vão se arrepender. Ele ainda pode surpreender.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Uruguai, último dia: en Colonia del Sacramento

01.11.11


O primeiro dia de novembro foi mais tenso so que o que esperávamos. Tivemos que madrugar lá no hostel porque o ônibus pra Colonia saía às nove e meia da manhã e a rodoviária era apenas do outro lado da cidade.

Todo mundo tomando o café da manhã com pressa e vamos pegar o ônibus pra chegar na rodoviária. O motorista só podia tá fazendo muita hora com a nossa cara, porque se eu tivesse correndo tinha chegado primeiro do que ele. Descemos na avenida às nove e vinte e conseguimos chegar no balcão pra comprar as passagens às nove e vinte e cinco, muito tenso. O nosso caso era tão desesperador que não dava tempo de comprar as passagens no cartão, então foi todo mundo contando as moedinhas pra ajudar na passagem dos coleguinhas.

Enfim, conseguimos subir no ônibus, cada um em um canto diferente e por volta do meio dia lá estávamos nós, de volta à Colonia del Sacramento.

Almoçamos super panchos (pra quem não sabe, é o cachorro quente daqui) e fomos conhecer o bairro histórico da cidade. Uma gracinha, mas a verdade é que a cidade não tem nada de mais pra conhecer. As poucos horas que ficamos ali foram suficientes pra conhecer tudo – pelo menos tudo que interessava.






Ainda fomos na feirinha comprar regalos para a família e só. Voltamos para o porto e vamos pegar o barco de volta à Buenos Aires. Voltamos no barco do Buquebus e era só luxo. Uma hora depois (ou melhor, com a mudança de fuso horário, é como se tivesse sido teletransporte) nós chegamos em terras argentinas outra vez. Caminhamos mais um pouco e pegamos o bus para La Plata. Já de noite, enfim, chegamos em casa.

O cansaço que tomou conta de mim me fez ir dormir cedo. É isso, solamente.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Uruguai, terceiro dia: a Capital Federal

31.10.11


Acordamos cedinho e depois de tomar um café da manhã super rápido, seguimos para a Rodoviária. Dia de conhecer Montevideo, a capital uruguaia.

No ônibus eu dormi metade da viagem e quando dei por mim, já estava em Montevideo. Cansada demais. Quando chegamos, a primeira coisa foi procurar um ônibus que nos levasse até o hostel. Cidade grande é outra coisa e ela, às vezes me assusta. A gente descobriu um ônibus super baratinho que nos deixava bem perto, então o dia já começou bem pra gente.



Chegando no hostel, a gente ainda não podia fazer o check in porque ainda não estava no horário, então o jeito foi deixar as malas lá e ir conhecer alguns pedacinhos da cidade.

Quase duas da tarde, nossa amiga Nayana chega (finalmente!) e a gente vai pro nosso almoço super saldável no McDonald’s. A pressa é inimiga da saúde, fica a dica.

À tarde a gente saiu andando na orla do Rio da Prata. Tudo muito lindo e maravilhoso. A verdade é que todo o Uruguai me surpreendeu e pra melhor.



Andamos muito, mas muito mesmo e quase sete da noite – com o sol ainda brilhando muito- nós decidimos voltar para o hostel. Pegamos um ônibus e em alguns minutinhos chegamos no nosso lar por uma noite.

Todo mundo na fila do banheiro pra tomar banho (era tenso porque só tinha um banheiro com chuveiro pra 16 pessoas) e depois nós saímos para comer uma pizza com um dos meninos que tava no nosso quarto, um brasileiro de Floripa que vai estudar em Buenos Aires no ano que vem.

A pizza grande de mozzarella custou nada menos do que 300 pesos uruguaios, o que dá mais ou menos uns 30 reais. Conclusão: Uruguai é um país muito caro de se viver e de se turistar.

Depois da pizza estávamos todos cansados, então voltamos pra casa e cama. Boa noite que amanhã é outro dia.

domingo, 13 de novembro de 2011

Uruguai, segundo dia: Punta, mi linda Punta, me senti quase em Fortaleza

30.10.11


Acordamos às oito da manhã e fomos conhecer a beira mar de Punta del Este. Primeiro veio a famosa mão, aquela que ficam só os dedinhos aparecendo, um charminho. A gente tinha visto ela ontem a noite, e no escuro ela é assustadora. De manhã é mais simpática.



Estava um frio muito tenso. Pela primeira vez na minha vida fui a praia de casaco, o que é muito triste. Não tive coragem nem de molhar os meus pés. De toda maneira foi muito bom voltar à praia. Em Fortaleza eu quase nunca vou e me arrependo muito disso. A gente nunca dá valor a uma coisa quando ela tá perto da gente, experiência própria.

Depois de sacar muitas fotos na praia e nos dedinhos, a gente continuou andando, procurando os pontos turísticos da cidade. Fomos até a pontinha, onde de um lado é o Río de La Plata e do outro é o Oceano Atlântico.



No caminho encontramos dois amigos do Pedro, que se a gente tivesse combinado, nunca teríamos encontrado, e eles começaram a andar com a gente. Fomos até o porto da cidade e depois voltamos pro Hostel pra almoçar.



Descansamos um pouquinho no início da tarde e fomos nos aventurar na Casapueblo, que fica um pouquinho longe da Punta. Pegamos o bus e depois ainda tivemos que caminhar uns dois quilômetros até chegar na Casapueblo. Lá é legal, mas nada de outro mundo. E detalhe que olhando de cima, a Casapueblo tem o formato do mapa do Brasil, coisa mais linda. A vista de lá também é maravilhosa e sim, valeu a pena andar dois quilômetros só pra vê-la.





Na volta foram mais dois quilômetros de caminhada e chegamos na estrada para pegar o ônibus. Pro nosso azar, nenhum deles parava e por um momento eu cheguei a pensar que ia voltar andando uns 45 quilômetros até Punta del Este. Foi, no mínimo, aterrorizante.

Depois de quase uma hora de espera, às sete da noite e com um sol lindo que brilhava no fundo, um ônibus parou e nós conseguimos voltar pra casa.

À noite eu parecia que tinha acabado de voltar da praia do futuro de tão queimada. Dormir tanto que esqueci da vida. O Pedro teve que acordar a gente para irmos até o Casino. Chegamos lá às duas da manhã e estava muito sem graça. Sem gastar e nem ganhar nada, a gente voltou pro Hostel e dormiu porque no dia seguinte tínhamos que acordar cedinho pra pegar o ônibus e seguir viagem rumo à Montevideo.

sábado, 12 de novembro de 2011

Uruguai, primeiro dia: do barco pro ônibus e depois outro ônibus

29.10.11


Viajar foi a palavra que eu posso dizer que resumiu o meu sábado. Saímos de La Plata às oito da manhã e pegamos o ônibus em direção à Buenos Aires. Depois de chegar lá, é correr até o Buquebus pra pegar o barco. E aí foi o meu primeiro choque: o Buquebus tem tipo assim uma estrutura de aeroporto mesmo, coisa louca.

Às onze e meia da manhã, deixamos Buenos Aires rumo à Colonia del Sacramento, onde chegamos à uma e meia da tarde (na verdade a viagem só durou uma hora, mas por causa da diferença de fuso horário, é como se tivesse durado duas).

Chegando em Colonia, começou a luta. Primeiro vamos atrás da rodoviária, que por sorte ficava a meio quarteirão de onde estávamos. Compra passagem pra Punta del Este e ainda sobre tempo pra um almocinho rápido na própria rodoviária.

E o primeiro susto: o preço da comida. Tudo bem que um real vale dez pesos uruguaios, mas você comer duas empanadas e uma garrafa de coca cola por 120 pesos foi, no mínimo, um roubo. Mal sabia eu que isso era só o começo.



Às três da tarde entramos do ônibus com destino à Montevideo, a capital uruguaia. Só deu tempo descer na rodoviária e logo subimos em outro ônibus pra Punta del Este. Na ansiedade de chegar logo, descemos no terminal de ônibus errado. Coisas que só acontecem com a gente. Passamos quase uma hora esperando por outro ônibus e nesse meio tempo conhecemos uma uruguaia que fala um pouco de português. Ela mora bem na fronteira do Brasil com o Uruguai e nos deu altas dicas.

Depois de conseguir pegar o ônibus e finalmente chegar em Punta del Este, às nove da noite, começou a nossa luta em busca do Hostel. O guardinha mandava a gente pra um lado, a senhora simpática mandava pro outro, mas a gente nunca chegava no nosso destino. Até que quase por um milagre, descobrimos que ele estava mais perto do que o que nós imaginávamos. Andamos três quarteirões e lá estava ele.

Nos acomodamos e se você pensa que o dia acabou, lo siento, pois a noite é uma criança. A gente ainda foi no supermercado comprar comida e esse foi o segundo choque. Um pacotinho de queijo ralado era nada mais, nada menos do que 60 pesos uruguaios. Deu vontade de fazer greve de fome quando vi os preços do supermercado, mas faz parte. Ficamos na base do macarrão com molho de tomate e boa sorte.

Quando estávamos cozinhando, deu pra conhecer algumas pessoas do Hostel. Tinham três brasileiros do Rio e uma menina de São Paulo. Tinha uns russos, com quem eu não consegui me comunicar e no meu quarto tinha uma menina que acredito eu ser da Bulgária. Enfim, a única coisa que sei dela é que ela só falava inglês e a nossa comunicação simplesmente não fluía. É horrível você querer falar com alguém e não conseguir. Nunca senti tanta falta da Casa de Cultura Britânica.

Ainda na primeira noite a gente saiu com os brasileiros pra um pub chamado Mody Dick. No começo lá tava muito chato, mas depois até que melhorou. Tanto que a gente ficou lá até as quatro da manhã e eu só voltei porque fui quase arrastada (detalhe que a gente tinha a intenção de voltar cedo porque queríamos acordar cedinho no outro dia pra conhecer a cidade).

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Prova e férias, tudo ao mesmo tempo

28.10.11


Acordei ainda com dor nas costas, mas já bem melhor. Ninguém merece ter que ir fazer prova e ainda por cima doente. A notícia boa é que a prova nem foi tão ruim assim. Mas também o professor tinha praticamente dado as questões da prova. Só se deu mal quem quis mesmo.

Voltamos do Bosque e eu queria descansar, porque amanhã é Uruguai na cabeça. Por isso fiquei assistindo filminho a tarde inteira. La película: “A Órfã”. Essa menininha é do mal, mas eu gostei do filme.

E à noite foi só a preparação para a nossa viagem de amanhã. Depois de quatro meses na Argentina, eu enfim vou conhecer outros lugares. Mira, vos...

Estudar só mais um pouquinho!

27.10.11


Me quedé todo el día estudiando. Faz parte do intercambio, afinal. Tenho prova de História da América Latina amanhã e faltava pouco pra terminar, então vamos à luta. Chegou uma hora do dia que eu já não agüentava mais, então joguei tudo pro alto. A ver no que isso vai dá amanhã.

E passei o dia inteirinho com muiiiita dor nas costas. Uma dor que eu não desejo nem pro pior inimigo.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Olvidé!

26.10.11


É sério que já fazem duas semanas e é quase impossível de me lembrar o que eu fiz. Só sei que tive prova da cadeira de Taller de Escritura Creativa e para a nossa surpresa, a dita foi de dupla. Eu e Amandinha fizemos juntas e eu acho que nos demos muy bien.

À tarde a gente foi pra aula do profe Ricardo Petraglia e ele entregou as notas. Eu tirei um 8, a melhor nota da sala. Não tenho nem ideia de como consegui essa proeza, mas foi né!... Recuperatorio é na semana que vem, portanto sem aula pra mim.

O resto foi o resto ;P