Hoje, 7 de setembro, é feriado no Brasil, Dia da Independência e talz, mas na Argentina a gente não tem essa moleza. A minha professora da manhã tinha avisado na aula passada que não ia dar aula, acho que ela é meio brasileira, por isso a gente pôde acordar mais tarde, mas só um pouquinho.
De manhã eu fiquei estudando (acredite se quiser), mas pena que não consegui ler o texto da aula todo. Então fui fazer o almoço – macarrão com carne moída que a Amanda elogiou demais – e depois segui para a minha aulinha da tarde sola.
A aula foi legal, porque tem a nossa coleguinha do México, Mariale, que é super fofa com a gente. Ela ficou perguntando pela Amanda e se eu tinha encontrado o texto da aula e talz. O único problema é que tínhamos que fazer um resumo do texto depois, e como eu não tinha lido todo, não pude fazer. Mas as monitoras são muito legais e me deixaram entregar na aula seguinte, então voltei logo pra casa.
E o melhor foi que, na hora que eu estava saindo da faculdade, uma outra aluna – seu nome é Cecília – me parou porque estavam arrecadando assinaturas para alguma coisa, mas como eu não sou aluna “oficial” da universidade, não podia assinar, então ela começou a puxar assunto comigo, super simpática. Passamos uns dez minutos conversando e depois eu fui embora. Tô começando a ver os argentinos com outros olhos. No começo achava que eles eram meio antipáticos, mas agora já não acho mais :)
Voltei pra casa e tentei estudar um pouco, mas tava sem paciência. Então fiz as minhas unhas (finalmente!) e elas ficaram lindas, embora dona Amanda não tenha gostado =/
À noite, quando eu já estava quase dormindo, Amanda me acorda pra gente ir pro cinema ver o filme “Media noche em Paris”, com áudio em inglês e legenda em espanhol. Foi tenso, a pessoa morrendo de sono tendo que ler e entender um monte de palavra em espanhol. O jeito foi entender o inglês que eles tavam falando – e a verdade é que eu consegui compreender algumas coisas.
E antes de começar o filme a gente deu uma passadinha no Frankvile – tava com saudade de lá – e conheci outra brasileira, de Porto Alegre, que mora na Espanha há três anos. É brasileiro demais nessa cidade.
Também encontramos com a Mariale, mexicana que estuda com a gente, no cinema e ela é muito fofa.
Chegamos em casa quase uma hora da manhã e eu já estava quase dormindo em pé.
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